Excepcionalmente, nesta semana a coluna não contará com a tradicional resenha dos melhores e dos piores, em protesto contra a utilização de laranjas para apontamento das notas. Informamos que a empresa contratada para a avaliação das atuações continua sob investigação do Ministério Público, e agora responderá também por falsidade ideológica e corrupção de menores.
Vamos apenas citar os fatos mais relevantes da noite, como o duelo entre Marco Tricolor Cabeleireiro e China, que colocaram em jogo a honra e a tradição de povos milenares: os Tijucanos e os Jacarepaguenses. Representando o CREU (Centro de Recreação e Estética da Usina), Marco foi o grande vencedor da noite, terminando invicto sua disputa com o dublê de atacante Sino-Paraguaio. Como podemos ver na foto ao lado, nosso viril zagueiro intimidou China com seus instrumentos de trabalho: a tesoura e a depilação com cera quente nas travas da chuteira.
Com apenas 2 gols, algumas boas assistências, e muitas tentativas de furar o bloqueio imposto por Ramundo Nonato, ao nosso amigo Chinês só restou agir como um bom oriental, aceitar o carma desta fatídica noite, pagar o churrasco do vencedor, e engolir o sapo. Falando em churrasco, vale citar uma frase atribuída a Buda para mostrar o momento: "Persistir na raiva é como apanhar um pedaço de carvão quente com a intenção de o atirar em alguém. É sempre quem levanta a pedra que se queima."
Falando em "queimar", esta coluna não poderia deixar de registrar momentos opostos dos irmãos Felipe e Alcides. Enquanto o irmão mais novo mostrava a felicidade pela assinatura do contrato definitivo (após experiência de 1 mês) com um dos cartolas da pelada, Cidão parece viver seu inferno-astral, que começou exatamente quando o caçula da família foi apresentado no Alto Uruguai.![]() |
Depois de 4 semanas maltratando a bola, o primogênito não conseguiu conter a emoção, e desabou em lágrimas durante o churrasco. Além dele, mais uma dúvida ficou no ar: de quem é a mão oferecendo consolo ao nosso amigo?






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